22/01/2012 - Angry Kelly


 

Atirar? Jogar uma bomba? Demolir? Destruir? Desejar que caia um raio? É, estão aí algumas ações que já considerei. Fins de semana podem ser muito, muito trágicos aqui. Sábado é o dia da dor de cabeça! A minha casa é ao lado da casa de uma simpática família, muito alegre por sinal. Todo sábado tem festa o dia inteiro, churrasco e som alto. Eu não os conheço muito bem, mudaram há pouco tempo, mas posso dizer que já sei todos os CDs que eles têm - não são muitos. Eu nem conheço todos os CDs das minhas melhores amigas mas os CDs deles eu acho que a rua inteira conhece. Colocam o som tão alto que se todos os cinco acidentes do filme Premonição acontecessem ao mesmo tempo aqui na frente de casa não ia dar pra escutar nem um ruído. Depois de umas seis horas disso (de uma da tarde às sete da noite mais ou menos) todo mundo aqui em casa já morreu de dor de cabeça, já acordou e já morreu de novo. Sério, se eu fosse um Transformer eu ia lá pra lutar contra o aparelho de som deles, se eu fosse o Hancock eu jogaria as caixas de som na Tailândia, se eu tivesse o robô Atom do filme Gigantes de Aço eu o mandaria dançar free style sobre as peças do rádio, se o Gulliver fosse meu amigo, eu pediria que os pegasse e viajasse com eles e o som pra Ilha do Medo, se eu fosse a Rainha Vermelha de Resident Evil eu faria o aparelho de som entrar numa pane temporária de 800 anos, se eu fizesse parte do círculo de bruxaria de The Secret Circle eu diria duas vezes música brega, pare de tocar e se eu fosse o exorcista iria pelo menos tirar deles o gosto por músicas estranhas. Talvez se eles ouvissem outras músicas eu não me incomodasse tanto... Naa, mentira, eu ia ficar p da vida também porque tem horas que a gente quer ouvir música e tem hora que não! Mas voltando ao ponto onde eu queria chegar, as músicas que eles ouvem são tipo "bebo, bebo, bebo, bebo pra caralho" "chora corno pode chorar", "vamos raparigar""mais raparigueiro do que eu só papai" --' WTF?!?!?!?!? Tudo bem que a pessoa tem o direito de escolher o que quer ouvir, mas eu também devia ter o direito de escolher não ouvir, não é? Essas assustadoras notas e letras desordenadas (leia forró/funk) nunca foram coisas que eu gostasse de ouvir. Isso é um fato que leva alguns amigos e conhecidos meus acharem que eu sou metida e muito, MUITO, muito chata. Pessoas como eu fazem as outras pessoas dizerem: Não curte forró de jeito nenhum? Mas por que? Tente ser mais eclética menina. Ou então olham pensando: Se não ouve forró e não sabe sambar, não pode ser gente boa. Faz eu me sentir a vilã da novela. E não é verdade? São sempre os vilões que não gostam dos ritmos mais populares e optam por música clássica. Mas nesse caso, música clássica também não é a minha. Os vilões estragam a festa de todo mundo, são uns esnobes, elegantes, inteligentes, dissimulados, cruéis, espertos, ricos, sexy e bem vestidos. *euachoquegostariadeserassim* (tirando a parte da crueldade sanguinária, pode ser?)   

Ao que parece, aqui na minha rua deve ter mais algum vilão de novela, porque alguém se queixou com eles e agora escutam a música bem mais baixo. Felizmente houve um acordo para vilões e mocinhos dessa vez. Caso contrário eu ia colocar em prática aqueles meus pensamentos mais vilânicos

 

\o/

~~~

q medo

 

 xD ;* (:

 



Por Kelly às 21h19



15/01/2012 - E depois das festas?


 

Advertência: Que post mais coisafeia eu fui escrever. Vou levar suspensão agora qpqppqpp

 

Depois das festas, vem o fim das férias e o começo das aulas. Eu tenho certeza que a frase Volta às aulas já começou ou logo começará a atormentar alguns de vocês. Eu já me livrei dessa! hawhaw! Mas não... não posso falar assim porque de algumas coisas eu até que tenho saudade. A vida escolar só fica chata mesmo quando uma coisinha acontece: a matemática deixa de ser "conte as maçãzinhas e as laranjinhas em cima da mesa" e vira 3/4 de maçã com mais 5/6 de laranja vezes 3/16 de melancia. E fração nem é a pior coisa, quem nunca aprendeu fração comendo chocolate? Até ali ainda somos inocentes. Feio mesmo é quando entram as letras. Ixy! 41 N1N6U3M 46U3NT4! É nessa hora que a gente aprende o que é infeerno colega! Lembro até hoje da prova de matemática que eu tirei zero e rasguei em pedaços minúsculos quando cheguei em casa e joguei cada porção numa lixeira diferente. "OH MINHA MÃE NÃO VAI VER, MINHA MÃE NUNCA VAI VER MINHA NOTA AHAHAH" é, mas ela viu ¬¬ a professora, uma dedo duro. Mas nem só de tragédias viveu meu boletim, tá?! Vinha notas altas também. Principalmente em português, informática, depois vinha inglês, geografia, biologia, espanhol, história e... é, já deu pra entender que nas outras matérias eu me virava.   

Mas a saudade que falei não é exatamente por causa de matéria nenhuma (perdoem-me as matérias) e sim por algumas peculiaridades. O primeiro dia de aula do ano é cheio de rituais que se cumprem todos os anos, em todas as escolas de todo o mundo (eu acho que de todo o mundo né?!). Um festival de materiais novos; cadernos, mochilas, estojos, borrachas coloridas, folhas de fichário coloridas ou coloridíssimas, ao contrário dos tênis muito branquinhos. O branco-primeiro-dia nunca mais vai ser tão branco. Nenhuma ponta de lápis sofreu desgaste ainda e você já corre os olhos pela sala. Seus amigos falam, falam e falam mas você não está procurando por vozes conhecidas agora, você quer uma novidade. Precisa achar uma novidade, uma pessoa nova. Só assim o proximo ano não vai ser continuação do anterior. Que menina (tola) nunca imaginou que no primeiro dia de aula ela vai se bater num desconhecido no corredor e ele vai ser estupidamente lindo (membro perdido do McFLY, oii). Ele vai rir (da menina tola) e perguntar por um número de sala. Ela vai soltar faíscas pelos olhos de tão contente ao ver que é a mesma sala dela e assim começa uma paixão pro ano inteiro. Só que a realidade não é sempre assim tão história de fanfic. Ela pode até encontrar o garoto, e ele pode ser bonito sim, nada impossível até aí. Mas essa paixão que era pra existir até depois da faculdade, muitas vezes dura... é... tipo... deixa eu fazer os cálculos... uma média de incríveis... 3 dias. O que vem depois disso é melhor deixar quieto. 

Olha, não quero tirar a fantasia de ninguém ok? Nem contrariar quem já tenha vivido uma história dessas que deu certo. Eu já disse que sou ruim de matemática, posso ter errado nessas contas. Mas sou boa observadora. Dos outros e de mim mesma. De que outra forma eu saberia que a primeira página de muitos cadernos por aí é a mais bonita? É aquela página onde você se concentra desde o cabeçalho (se você fizer cabeçalho, eu nunca fazia mesmo ~.~ preguiça eterna) pra não colocar data do ano passado. Você usa as melhores canetas da sua amiga naquela primeira página e até a letra sai mais caprichada. Isso é até a página 2 mesmo porque depois você já estraga a reputação de bonitinho da vida e mostra o seu caráter. */WAFF JÁ CANSEI DEÇA POHA~DIFUDUWOIQ/*

E se a primeira página é o cartão de visitas, o que dizer da última? Ali fica o par de olhos sedutores do Taylor Lautner que você desenhou durante a aula de física (que vão parecer mais duas ameixas estragadas se você for mau desenhista que nem eu), assinaturas ilústres dos seus colegas, aquela frase brilhante que a sua amiga escreveu "adolescente é que nem papel higiênico; ou ta todo enrolado ou ta na merda.", brincadeiras complicadas pra saber pra quem você vai dar primeiro, se é pro Ashton Kutcher ou pro Penn Badgley ou Chris Evans, e brincadeiras fáceis tipo forca ou jogo-da-velha. Tudo feito durante a aula de artes, lógico. Isso é o caderno feminino. Um caderno mais masculino deve ser bem semelhante só que ao invés de desenhos de olhos serão seios. E nem vou dizer o que eles vão parecer se o guri desenhar mal bagarai... 

A minha época de escola já foi. Ali eu vivi muita coisa, aprendi, caí, sonhei, achava que o meu maior problema na vida seria decorar aquela DISGRACEERA daquela tabuada e realmente não decorei até hoje mas isso não é um problema, quase ninguém sabe mesmo. A vida toda nós encaramos dificuldades que pensamos serem grandes demais e depois vemos que não eram. Nós é que estávamos menores antes de passar por elas. o/ acabei de inventar essa frase, pode escrever no final do caderno dos seus amigos <3 

 

 

Observação: Um dia após escrever esse texto, a menina tola encontrou um gracinha num corredor epkapkepkepokpe Ai se o pego...

 

 xD ;* (:

 



Por Kelly às 09h38



07/01/2012 - O primeiro post do ano uhuu


 

Gente pelamorDDeus eu não fumo kkkk a listinha do post passado rendeu, mas as coisas que fiz marquei com X e as outras não tinham nada a ver, tipo, opções falsas e tal.

E, e... semana passada eu nem apareci, né? Que coisa... Fiquei sem internet, sem computador, sem energia elétrica, sem água, sem comida, sem casa .-. brincadeira, só os dois primeiros é que são verdade. O que seria o primeiro post desse ano no dia primeiro de janeiro foi adiado. Na última semana de 2011 levaram meu PC pra casa do técnico. Nada demais, só pra colocar um juízo no menino. Quando ele voltou, ainda à tempo de passar o ano novo aqui em casa, o que não tinha era internet. Mas até que isso foi o de menos porque havia muitas outras coisas que eu ia precisar além da internet e não tinha aqui. É, meu computador foi formatado e o que me dá mais raiva é que eu sabia que isso seria feito. Era pra ser uma mudança pra melhor; atualizar o Windows, aumentar a memória RAM, colocar também um outro HD pra eu transferir minhas coisas mais importantes, e eu transferi muita coisa pesada pra lá tipo filmes e séries, mas esqueci dos programas instalados... Pensei que ficaria tudo bem só guardando os setups da vida mas não, teve coisa que eu não consegui instalar de novo como o Photoshop e ta fazendo a maior falta porque eu não vivo sem ele!

Esse post era pra ser sobre joguinhos viciantes, principalmente o Angry Birds. Passei o mês de dezembro todo jogando isso no Google Chrome, consegui passar pelos níveis mais impossíveis e tudo pra que? Quando fui acessar vi que os dados da minha conta tinham sido apagados, como se eu nunca tivesse passado por nível nenhum. Nem tenho mais vontade de entrar lá, parece uma besteira mas é um desaforo enorme. Se eu soubesse que uma formatação resultava em tanto transtorno ficava usando o mesmo Windows XP forevermente ao quadrado.

Mas agora, deixando a introdução dramática pra lá, teve pontos positivos também. Um computador meu que se preze tem que ter jogos de carro. Pode ser corrida, pode ser só pra ficar zanzando com o carro pelo cenário, destruindo tudo, explorando... Há muito tempo, no meu primeiro PC, baixei um jogo assim, de carro. O nome é Odysscar, alguém conhece? Deve fazer uns dez anos que eu joguei pela primeira vez. O jogo consiste em passar por determinadas ruas onde um ponto vermelho piscante aparece no mapa. (você pode ver o mapa inteiro teclando M ou uma parte dele no canto do painel do carro) São vários pontos e é uma corrida contra o tempo, que no primeiro nível é de doze minutos. Se por acaso o tempo acabar antes de você conseguir apagar todos os pontos vermelhos não tem problema, pode continuar no jogo conhecendo a cidade pelo tempo que quiser até resolver tentar de novo teclando F9 e recomeçando o jogo. Vale lembrar que essa não é a única forma de perder, se acontecer um acidente no caminho e o vidro do carro ficar trincado, o jogo reinicia do ponto de partida. Mas o que isso tem a ver com os pontos positivos que eu disse? É que eu tenho esse jogo há muito tempo e não sabia como destravar os próximos níveis. Eu aproveitei muito conhecendo apenas a 'cidade' do nível um, mas as pequenas fotos dos outros níveis me deixavam com uma vontaadee! Aí, agora que precisei instalar tudo de novo no meu computador, procurei esse jogo e achei uma versão completa pra download. Eu sei, vai parecer a maior bobagem isso que eu vou dizer (só por causa de um jogo idiota kk), mas fiquei tão contente, foi como se uma longa espera chegasse ao fim. Agora sim eu pude ver os outros níveis e matar a curiosidade. Avançando pelas diferentes fases, o jogo vai do comum ao surreal. A pista do nível seis é um arco-íris COMOASSIN?? Quem quiser baixar o jogo no mesmo link que eu encontrei, clique aqui. 

 

Prós: 

É leve, o download deve durar uns dois segundos e pronto. 

É fácil de instalar. 

O objetivo do jogo e os gráficos são claros.   

Podem jogar duas pessoas, uma com o carro amarelo e a outra com o carro vermelho.

A troca de marchas é manual - quem joga com o teclado: letras A e Z. (Direção e aceleração com as setas.)

É viciante ficar descobrindo cada buraco naquela cidade, jogar o carro no mar, saltar das montanhas, entrar no castelo que tem no nível um kk

 

Contras:

Não é um carro moderno.

O barulho do motor é irritante, recomendo tirar o som do jogo e deixar umas músicas tocando.

O carro pode perder o controle nas curvas, parece até que o asfalto ta molhado po.

 

Imagens do jogo: [*] [*] [*]

 

Os jogos que viciam são muitos, principalmente os que envolvem carros. Esse é um jogo mais antigo, mais clássico, o design não é tão realista, não dá pra comparar ao GTA no visual, mas é um jogo diferente e bem empolgante. 

 

OBS: Eu nem gosto de GTA, gosto mais de NFS *-*

 

 xD ;* (:

 



Por Kelly às 20h33



25/12/2011 - Coisas de 2011


 

O fim do ano chega tão rápido que logo vamos ter de inventar o onzembro õ/ 

Eita ano montanha-russa! Altos e baixos, mas sempre passando tão rápido que nem deu pra gastar muito tempo se preocupando com as descidas. Os problemas apareceram, mas apesar disso, não posso dizer que foi um ano difícil. Fiz tantas coisas legais... muitas das expectativas que eu tinha no reveillon de 2010 foram atendidas, assim como as outras necessidades que surgiram durante o ano. Agora não é tipo o fim do mundo, mas nós sempre enxergamos essa data como o encerramento de uma etapa, então acho digno agradecer por tudo que passou e pedir que todos nós possamos chegar ao próximo ano com novas alegrias. 

Até nos problemas a gente consegue encontrar um parecer diferente, que revela alguma situação interessante. Esse ano eu passei uns meses sem internet e fiquei revoltada por conta disso. As coisas mais básicas eu fazia nas lan houses da vida, mas atualizar o blog e responder comentários ficou fora de cogitação. Quando finalmente resolveram o problema, fiquei pensando que meus visitantes mais assíduos não lembrariam do quase morto Strawberry! Como se estivesse voltando de um coma, retomei as atividades aos poucos e a notícia boa foi que alguns lembravam sim, vieram enquanto o blog estava nessa espécie de coma e aguardaram o retorno. Yes, eu faço drama, sou emotiva oks?? A JuJu, a Rafa, Jéssyka, são visitantes de muito, muito tempo! A Marina, Cáh, Monique, Mari Ebert, Camila, Neyara, qputz eu tinha que ficar falando um monte de nomes aqui, só pra mostrar que eu não esqueci de nenhum! E tem ainda as pessoas que eu conheci esse ano, depois das férias forçadas. Claro que adorei ter conhecido! São todos blogs de donos que amam o que fazem, que se dedicam e a gente vê. 

Nos últimos meses eu implantei os Favoritos, uma página só de coisas que eu quisesse recomendar, fossem blogs ou outros itens. Agora eu quero destacar não só o favorito do mês, mas um blog que eu acompanhei e que me acompanhou o ano todo. A proprietária deste valioso blog é sempre muito expontânea, faz comentários e posts divertidíssimos. E ainda vai além de algumas risadas, eu me identifico com o que ela escreve e consigo me enxergar nas situações que ela coloca. São coisas simples e verdadeiras o que ela posta, e nós sabemos que tudo que é simples como uma amizade e feito de coração como um pedaço de bolo, merece entrar na categoria de melhores coisas da vida. O blog que estou falando é... o Mari Just! É como eu disse, a Mari foi uma amiga que esteve presente aqui o ano todo, mesmo quando nem eu estava o/

 

clique na imagem acima

 

Se eu pudesse, Mari, lhe entregava um troféu LAKSJALKSJLAKJKL mas como me é impossível, expresso minha singela homenagem. Eu espero poder continuar acompanhando o Mari Just e todos os meus blogs queridos até o fim da blogosfera kkkkkkkkk³ 

Na página favoritos você vê o histórico de outros blogs que já tiveram seus destaques por lá. São blogs que também merecem muitos troféus!

 

E pra encerrar o último post do ano, uma rápida retrospectiva:

 

ESSE ANO EU

 

01. (  ) Caí na piscina de roupa e tudo.

02. (  ) Mudei da casa dos meus pais (Aleluia!).

03. (  ) Perdi alguém muito especial pra mim

04. (x) Me apaixonei , e me fudi' x.x

05. (  ) Conheci alguém que não conhecia pessoalmente

06. (  ) Adotei um novo animal de estimação

07. (  ) Tomei muitos porres e toda vez achava que ia morrer de dor de cabeça.

08. (x) Ri até chorar.

09. (x) Caí andando de bicicleta/patins/skate/etc/etc/etc.

10. (  ) Colei na prova.

11. (  ) Roubei um cigarro e saí correndo

12. (  ) Troquei meu nome 

13. (x) Escutei música no banho

14. (x) Atropelei alguém

15. (x) Atropelei eu mesma

16. (x) Pus o blog em hiatus 

17. (x) Dancei muito em uma festa 

18. (x) Fui flagrada rindo sozinha (eita maconha é terrível kkk)

19. (x) Aprendi a cozinhar. (mentira, só tentei)

20. (  ) Mudei o lay do blog incontáveis vezes

21. (  ) Deixei um comentário "oi, tudo bem? paassa lá no meu? beeijoo"

22. (x) Fui pra praia 

23  (  ) Aprendi a andar de skate

24. (x) Livrei um inseto que estava preso numa teia de aranha (quero que todas elas morram)

25. (  ) Tirei habilitação.

26. (x) Tive algum dia inesquecível no meio dos outros 364.   

27. (x) Me queimei no sol com a porcaria do protetor solar dentro da bolsa --'

28. (  ) Dormi na aula

29. (  ) Fiquei com catapora

30. (x) Me cortei

31. (x) Amaldiçoei toda minha existência desde a era dos espermatozóides e depois me arrependi porque no mesmo dia algo muito bom aconteceu.

32. (  ) Matei aula

33. (x) Conversei muito 

34. (  ) Me arrependi de alguma coisa que disse

35. (x) Fiz brigadeiro pra comer na panela

36. (x) Passei um dia só na base da pipoca e do algodão doce

37. (x) Passei um dia só na base do sorvete

38. (  ) Parei de fumar

39. (  ) Xinguei um carinha no trânsito

40. (x) Me arrependi de não ter feito algo

 

Quem quiser pode copiar a lista e marcar com o que fez ^^ 

ou então responder nos comentários completando a frase ESSE ANO EU... com apenas uma das sentenças acima!

Até o próximo post, no próximo ano, se Deus quiser. 

 

 ;* xD (:

 



Por Kelly às 13h32



18/12/2011 - Palavras voando com cerol


 

Uma vez já me chamaram de cafajesta. Sem motivo, lógico! Vê se pode... kkk²

Nesse caso era de bricadeira, mas acontece na vida de nos chamarem de coisas por aí. É horrível quando uma discussão vira agressão física, mas os insultos não são tão inofensivos assim. Quaisquer palavrinhas combinadas também conseguem atingir uma parte de nós que nem sequer enxergamos. E é uma parte sensível, fácil de ferir. Muita gente esconde, se puder. Eu nunca consegui isso. Basta alguém se virar pra mim com aqueles olhos de touro doido e gritar alguma coisa com aquela voz quase engasgada que vem do fundo das cordas vocais, faltando pouco para trincar os próprios dentes ao sair da boca "MAS VOCÊ É SURDA, NÃO SABE PENSAR? ACORDA!" que eu já passo a funcionar no piloto automático porque meu emocional já fugiu batido! Pense no funcionário dentro do cérebro com a camisa escrito EMOCIONAL, ele abandona seus painéis de controle e sai correndo porque as lágrimas estão prestes a inundar tudo. 

Quando eu era criança, meus pais não me batiam. Nunca recebi tapas nem vi uma cinta e essas coisas mas não quer dizer que eu cresci livre, sem nenhum tipo de repreensão. Até porque isso é impossível, né! Eles usavam mais os sermões pra me corrigir. Lembro de um dia, eu tinha oito anos e comprei uma sandália que não sei mais qual foi e por algum motivo o meu pai não curtiu muito. Eu disse "ah, não é você que vai usar, sou eu" dei de ombros e saí na maior kkkkk passaram uns minutos e meu pai veio e me deu o sermão do século. Nunca mais eu respondi daquele jeito! E cada vez que acontecia de receber um sermão todo explicativo, trabalhado nos detalhes da minha arte eu desejava muito que ele não tivesse falado tanto e só tivesse me batido um pouco. Hoje vejo que meus pais estavam absolutamente certos. Uma surra não ia me fazer enxergar que eu estava errada, talvez eu só ficasse revoltada. Bater em crianças nunca corrigiu ninguém. Houve uma época em que a minha vizinha do lado fazia um espetáculo sonoro todas as tardes. Tinha uma pré-adolescente na casa e eu era criança ainda, de uns seis anos. A mulher chegava do trabalho e batia na filha, porque a menina não lavou o cocô do cachorro ou porque encheu a casa de amigos... A surra que ela dava na garota era do tipo que chegava a doer em quem escutasse, a minha mãe até chorava ouvindo aquilo, depois meu pai ia lá e tentava falar com ela. Nós nos sentimos culpados de não ter denunciado. Essa garota cresceu assim na base da porrada. Não estudou direito, engravidou cedo, vocês sabem onde isso tudo leva, nenhum destino glamuroso. O que quero dizer aqui é que eu acho que alguns pais deveriam usar mais como instrumento a voz e as palavras, mas excluindo a parte perigosa, que são os insultos e ofenças. Palavras podem ser muito cortantes, nós sabemos disso. Mas ao menos uma conversa tem o efeito de instruir e não de destruir.   

 

 ;* xD (:

 



Por Kelly às 13h54



11/12/2011 - Entrevista de desemprego


 

Quantas vezes nessa vida você já passou por essa ocasião tão espetacular? Eu tive duas vezes essa honra inigualável... uma há dois anos e a outra semana passada. As coisas correram de forma muito parecida, apesar de os cargos serem diferentes. Agora acho que as entrevistas são sempre a mesma coisa. Antes de ir você cria expectativas sobre como vai ser o lugar e as pessoas, aí dá aquele medo de ser completamente diferente do que você pensou. Você fala pra alguém que tem uma entrevista e esse amigo ou parente já sai contando pra todo mundo como se você estivesse trabalhando. Mas você nem chegou perto de dizer ao amigo que já estava contratado não é? Mesma coisa acontece quando estamos conhecendo alguém e os outros pensam que já vai sair casamento.. por que tão apressados?? 

Falam pra você chegar num certo horário, por exemplo, 1h da tarde. Você simplesmente precisa chegar 1h da tarde, não importa se o transporte público está em greve e consequentemente há muito mais carros na rua, se os taxistas estão em greve, se os faxineiros estão em greve no meio da rua, se os semáforos estão em greve, não importa se você foi atropelado pelo Sebastian Vettel, se houve uma batida, engavetamento, se o poste caiu, se teve um terremoto... Não pode chegar 01:02, muito menos 01:05, se alguém chegou 12:55 ele não teve apenas uma vantagem de sete ou dez minutos sobre você, mas sim um milhão de anos luz. 

Enfim, você faz de tudo e chega na hora. A recepção diz que você deve aguardar pois quem vai te entrevistar ainda não chegou. Claro! Ele pode, né? Os pobres entrevistados que esperem, eles com certeza não têm outra entrevista daqui a uma hora. Realmente, eu não tinha outra entrevista naquele dia, mas aquela espera de quase uma hora foi muito estranha. Os empregados de lá ficam te olhando como se você fosse um abacaxi gigante. Todos tentam ser espontâneos, alguns conseguem, outros não, outros ficam parecendo uns malas... quando um dos candidatos consegue um entrosamento perfeito com alguém de lá, ele se sente o cavalo que corre na frente e dá pra ver o desespero e a inveja nos olhos dos outros. Por falar em olhos, o entrevistador chega e sempre bate o olho em alguém. O que será que ele pensa? Isso lembra aqueles lugares onde se escolhe o jantar enquanto ele ainda está vivo... A entrevista geralmente ocorre numa sala reservada, mas se for uma sala com janelas, todos vão olhar como se ao invés de janela fosse uma televisão ou um palco. Chega a sua vez e eles te pegam numas perguntas super estranhas tipo que animal você gostaria de ser. Por que? Por acaso querem contratar um chiuaua? Se querem te conhecer melhor, por que não perguntam simplesmente qual o seu álbum favorito do Aerosmith? 

Entrevistas são mesmo impagáveis! É diversão garantida. Mas deixando as piadinhas de lado, as entrevistas são importantes para ambas as partes se conhecerem. 

Alguém aí tem uma entrevista pra ir?   

 

 ;* xD (: 

 



Por Kelly às 14h29



04/12/2011 - Maçãs envenenadas...


 

"... Olhe, isso tudo é ilusão! Você sabe o que é ilusão? É algo que não é real e não é saudável." 


 

Será mesmo que moramos num mundo sem finais felizes? Ou isso não poderia ser assim? Já sentiu como se estivesse tudo errado? Eu já! E às vezes penso em como seria interessante viver feito um personagem de série, enfrentando muitos perigos e por mais que a situação seja difícil, no final de cada episódio eles podem respirar sabendo que salvaram o dia outra vez. 

Na série Once Upon A Time, o mundo como conhecemos foi criado pela maldição de uma bruxa que queria se vingar de seus oponentes sem matar ninguém, nem ferir, mas sim arrancando as lembranças de todos e deixando-os presos em uma nova vida, sem saber quem foram há muito tempo. A cidade de Storybrooke é como um mundo mágico submerso na realidade. O relógio de uma torre alta fica parado no tempo, misteriosamente não há grilos cantando à noite e nenhum habitante pode deixar a cidade. Todos eles foram personagens velhos conhecidos da nossa infância. Só há uma pessoa na cidade que entende os pequenos sinais. Henry tem dez anos e ele acredita que encontrando sua mãe biológica, ela pode trazer de volta os finais felizes. Emma foi a única que ficou de fora da maldição. Elaéfilhadabrancadeneve o/ portanto, Henry o neto. A própria Branca de Neve é uma professora, um tanto solitária, trabalha num hospital nas horas vagas. A dona Cinderela também aparece num dos episódios. Na versão do mundo real ela é uma pobre adolescente grávida. O Grilo Falante é um psicólogo. A prefeita é a mãe adotiva de Henry. (comentário desnecessário: pra mim ela é a cara da Eliana, só que morena! Que medo!) Ela foi a bruxa doida que lançou a maldição. Nem mesmo ela parece lembrar-se do que houve, mas tem na casa dela uma macieira de dar inveja (que frutinhas mais duvidosas kkkkkkk parei -q). Nessa série podemos ter duas versões de todos os personagens e muitas vezes algumas histórias diferentes do que conhecíamos. É como se mostrassem o que acontecia ainda antes do "era uma vez" e fosse muito além do "e foram felizes para sempre".

 

Por que acha que é tão importante que a sua teoria do conto de fadas seja real?

Tudo isto não pode ser como é.

 

E você, imagina que se esse mundo não fosse o real e todas essas injustiças fossem criação de uma bruxa (teria que ser uma bruxa muito doida insana), quem você teria sido de verdade? Um gladiador, o coelhinho da páscoa, Pocahontas, um transformer, whatever... e se houvesse essa inversão, o real sendo fantasia e as fantasias sendo reais seria no mínimo curioso, não? Talvez as coisas não mudassem tanto assim. Na ficção a garotinha pega um atalho e encontra o lobo, na vida real ela encontraria um pedófilo. A bruxa horrível com verruga no nariz é o que mora dentro dessas pessoas hipócritas que mentem traem e roubam toda hora até de quem não tem nada pra roubar. Já as pessoas nobres e solidárias são como fadas. O bobos da corte também existem (estão lá na televisão). A única diferença é que na vida não temos apenas uma opção de final feliz para perseguir, afinal quantos finais felizes já tivemos? Aquela pasta de fotos está cheia deles e nenhuma maçã envenenada pode nos tirar disso!    

 

 (: xD ;*

 



Por Kelly às 16h08



27/11/2011 - Em dez livros...


 

Sábado eu tive a tarefa de apresentar algo sobre o filme Desventuras em Série na aula de inglês. Eu já havia assistido umas mil vezes esse filme e quando o escolheram pra mim, fiquei contente! Esses pequenos discursos sobre algo na aula de inglês servem prara que o aluno desenvolva a capacidade de falar em público, sozinho, em alto e bom som. Desde o primeiro semestre de aulas nós fazemos isso como uma espécie de conclusão do semestre. Eu já tive dez semestres e não acostumei ainda! Fazendo uma retrospectiva básica, no livro 1, como ainda não tínhamos um vocabulário muito rico, o tema foi my life. Com certeza não lembro do que escrevi, isso foi em 2007! E esse texto eu não guardei, não sei porque. O esquema do Speech é sempre o mesmo, ter o texto decorado na mente, falar na frente dos colegas, do professor (a), e mostrar também algo que ilustre o que você está contando, como um vídeo ou apresentação do Power Point. Apesar de nervosa (e tímida - relembrando o post passado) eu me saí bem. Gosto de estudar inglês, nunca foi nenhum sacrifício. No segundo livro, o tema foi também passado pela professora, when I was a child. Contamos alguma coisa engraçada que aconteceu quando éramos crianças. Esse texto eu guardei e acabei de ler. Bateu uma saudade... fiquei feliz ao ver que tirei dez naquele semestre! No próximo ano, livro 3, o tema era my routine e meu speech foi sobre a faculdade. Eu tinha acabado de entrar e claro que estava empolgada. No livro 4 o tema passou a ser livre. Eu falei de bungee jump, uma coisa que queria fazer desde aquela época e não fiz até hoje! O máximo que fiz foi aquele salto no Hopi Hari, suuuper bom d+. Livro 5 e meu speech foi sobre o McFLY. Eles tinham acabado de vir aqui ao Brasil e eu tinha muito o que falar deles! Meu sexto speech foi de Supernatural. Acho que cheguei a postar aqui no blog o vídeo que fiz. O livro 7 foi no primeiro semestre de 2010 e eu estava em época de TCC. Ou seja, escolhi o tema vampire books, mas não pude fazer muita coisa, tipo vídeos e apresentações caprichadas. No semestre seguinte eu já estava livre do TCC e da faculdade. No livro 8 fomos alertados sobre a existência de um pequeno teste chamado TOEIC, que nós faríamos ao final do curso. Aquela sensação que eu sempre tive de aprender brincando foi perdendo a força nesse período, foi como se as coisas ficassem um pouco mais sérias. O meu trabalho foi sobre a sequência de Final Destination. Naquela época só tinha até o quarto filme e eu mostrei um pouco de cada um num vídeo de uns sete minutos com muitas mortes super estranhas como é normal nesse filme. Já nesse ano de 2011 eu entrei no penúltimo livro. Ali no livro 9 mesmo eu comecei a sentir essa nostalgia, mas não é um sentimento ruim, é só uma vontade de ficar lembrando tudo o que passou, e se o que já passou foi bom, a nostalgia pode ser bem agradável. Naquele semestre falei da série Misfits na minha apresentação. Foi uma apresentação com direito a sotaque britânico e tudo (:

Agora, quer dizer, ontem, pode-se dizer que foi a última vez que fiz isso. Sempre achei muito legal preparar um trabalho assim, sobre algo que eu gostava. É que não me parecia um trabalho e sim diversão. Na hora de levantar pra falar vinha aquele frio na barriga e o medos bobos que eu inventava, de coisas que poderiam acontecer naquela hora. Eu cair, ter um ataque de espirro e não conseguir falar, derrubar cadeiras no chão, quebrar alguma coisa, levantar e minha roupa aparecer magicamente rasgada kkkkkkkkkkkk ou simplesmente eu chegar lá e perceber que não havia decorado o texto. Felizmente em cinco anos nada disso aconteceu! Acho que ontem fiz a minha melhor apresentação *-* eu fiquei natural, sem medo, não senti aquelas gotinhas de suor imaginário na testa (digo imaginário porque não sei se é assim com todo mundo, mas quando estou nervosa sinto como se estivesse transpirando, mas passo a ponta dos dedos na testa e não há absolutamente nada) e também não tremi as mãos, minha voz não se alterou com o nervosismo, o texto todo estava na ponta da língua, pra mim foi perfeito. É uma sensação de superação que dá, missão cumprida!

Fico até triste quando penso que agora acabou.

Lembro de cada professor e professora (todo semestre é um diferente, nunca, nunquinha eu tive professor repetido), de cada colega, tive colegas que desistiram no primeiro semestre, outros torcaram de turma, de escola, eu já troquei de turma, era de terças e quintas e depois fui para sábado. Alguns colegas me acompanharam quando troquei o dia de aulas, mas acabaram saindo depois. Não tenho mais nenhum amigo do primeiro livro agora no último, mas lembro de cada contato desses últimos cinco anos. Dez livros. Posso dizer que tudo valeu. Até mesmo quando eu reclamava que estudar inglês me dava mais trabalho do que a faculdade, e quando eu levava minhas inúmeras homeworks pra facul e as fazia durante alguma aula chata numa sexta-feira à noite. Cada conversinha em inglês me trouxe até aqui. Eu sei que ainda tenho muito o que aperfeiçoar, mas termino o curso bastante feliz com meu domínio de inglês e as mudanças que tudo isso causou!

Mês passado eu fiz o teste TOEIC e ontem, além do speech, também nos entregaram os envelopes com os resultados. Fiquei feliz com meus pontos, foi tudo graças a esses dez livros, dez professores competentes e cinco anos de diversão, conversas, dedicação, estudos e até uma paixonite da qual eu já estou muito bem recuperada... Vai levar muito tempo até eu esquecer essas perfeitas manhãs de sábado! 

 

 ;* xD (:

 



Por Kelly às 13h34



20/11/2011 - Poderia ter sido minha carreira...


 

Escolha da profissão é realmente um assunto polêmico. Enquanto pra uns é muito difícil, outros já nascem sabendo o que vão ser. Eles nascem e pensam: "minha bunda ta virada pra lua, então eu terei sorte. Com onze anos vou ganhar na loteria e serei a criança mais rica do país! Vou largar a escola e fundar uma faculdade de dança com meu nome... mas qual vai ser meu nome mesmo?" kkkkkk ok, viajei! Mas se for interpretar as nossas reações ao nascer... eu quando nasci – segundo fontes muito seguras – não chorei, apenas observei o lugar com olhos arregalados. O que quer dizer que fiquei tímida com todas as pessoas que estavam lá me vendo pelada. Ops, essa frase não ficou boa (sai daí frase!)

Seguindo pelo princípio de que sou bicho do mato podemos citar algumas carreiras onde eu dificilmente conseguiria êxito:

Vendedora - vendedores precisam se tornar amigos de infância dos clientes e quem sabe talvez fazê-los comprar um carro, casa, peça de roupa, seja lá o que for. A arte de vender requer muita simpatia, elegância, você não pode atender o freguês com aquela cara de poucos amigos, olhar inexpressivo, poucas palavras e movimentos automáticos, como se fosse um robô comandado à distância! Ao ser atendida por uma pessoa assim com tamanha má vontade eu só compro o produto se tiver gostado mesmo porque se tudo depender de um vendedor fazendo cara feia ele nem consegue atrair clientes. A pessoa até pensa que é algo com ela "será que não foi com a minha cara?". E também há o outro extremo, os vendedores afobados. Parece que tem bombas dentro das mercadorias, eles querem empurrar tudo de qualquer jeito. Essa tática não funciona sempre, a pessoa joga aquela velha frase "estou só olhando..." e fim de papo. 

Striper - sem comentários :b com certeza precisa muita desenvoltura e coordenação. O que eu tenho é só uma grande descoordenação!

Atriz - câmeras? To correndo!

Advogada - cada advogado faz um espetáculo nas audiências para defender os clientes, às vezes precisam ser bem cara de pau, implorar ao júri, dar entrevistas "ele não matou ninguém, não há corpo porque a vítima foi levada pelos invasores da outra dimensão..." AHVA! 

Ganhadora de reality show - não é uma profissão mas ninguém pode negar que ganhar um reality show é tarefa muito difícil, principalmente para os tímidos de nascença! Acontece que quando se trata de conviver 24h com outras pessoas que até então eram desconhecidos, nós que somos tímidos acabamos facilmente confundidos com metidos, arrogantes, ou sem graça mesmo, tediosos. Se eu participasse de um programa onde a eliminação se dá através dos votos dos colegas, eu seria a primeira a sair! Isso sem contar os micos que uma hora todo mundo paga, tomar banho sabendo que tem câmeras, o cuidado na hora de falar, de se comportar... não é pra qualquer um!

Professora - imagina aquela sala cheia de gente e você tendo que falar... espera, não precisa imaginar! Basta lembrar. Nós já fizemos isso a vida toda quando tinha trabalho pra apresentar... e foi fácil? Ouvir a sua própria voz saindo trêmula e esquisita sem saber o que fazer pra controlar, as mãos que não encontram uma posição mais despojada e você acaba enfiando no bolso. Isso quando não tem um papel pra segurar e aí é muito pior porque você acaba chacoalhando a pobre folha com os tremeliques tornando escancarado o fato de que você está no meio de um ataque de nervos. 

 

Deve ter ainda milhares de outras coisas que eu não posso fazer enquanto não superar essa coisa tímida. Lidar com qualquer tipo de público soa como uma missão suicída pra mim! Mas há também as coisas que eu poderia fazer mesmo considerando essa minha pequena falha de comunicação. Há coisas que eu gostaria de fazer e também as coisas que sonho fazer! Eu poderia trabalhar com contabilidade, não há problema em ser tímida, os números, relatórios e notas que eu fizer não precisam ser divertidos. Mas surge aí outro problema, odeio mesmo matemática! Não quero trabalhar com números nem em mil anos. Posso classificar como profissões que eu gostaria aquelas que não envolvem muita matemática. Eu sei que TUDO envolve matemática de uma forma ou de outra mas em algumas carreiras isso não é tão essencial. Como por exemplo quem cuida de plantas e bichos. Ah, mas eu sou fresca demais pra cuidar de plantas e bichos, entrar no mato e ser picada por insetos. Não é exatamente o meu sonho. ACHO LINDO, mas não é pra mim. E agora finalmente o último tópico: o que sonho fazer. O que faz parte dos meus sonhos é escrever. Eu tenho ferramentas pra isso, posso dizer que minha imaginação corre solta e vai longe. Você pode pensar que caso eu publicasse um livro, o problema da timidez voltaria a me incomodar pois os autores têm suas noites de autógrafos, consequentemente ganham fãs, se tornam figuras conhecidas e bla bla bla, mas não é de uma forma tão intensa e/ou invasiva que vá tirar minha privacidade. Com certeza você vê muito mais fotos e publicidade com a Kristen Stewart do quem com a dona Stephenie! Claro que os autores de obras magníficas também são assediados e dão seus autógrafos por aí, mas não é como se eles fossem falar com todos os fãs de uma vez num estádio lotado e todos olhando como se ele ou ela fosse abrir a boca e botar pra fora um porco-espinho! Então sim, eu quero ser escritora e me esconder atrás de histórias que nunca vivi, entrar num mundo diferente com pessoas que não existiam até eu dizer que sim.  

 

Ah, outra coisinha: eu demorei a nascer, o que significa que posso ser um tanto preguiçosa e que frequentemente chego atrasada nos lugares. ISSO EXCLUI TODAS AS CARREIRAS DA LISTA DE TRABALHOS EXISTENTES NO PLANETA mas ainda posso ser escritora, já que não tenho preguiça de escrever *-*

 

 xD ;* (:

 



Por Kelly às 12h35



13/11/2011 - As coisas que não combinam


 

Alguém perguntou pra castanha se ela quer se chamar castanha-de-tapajós? Certas coisas não combinam muito, ou talvez seja só uma questão de acostumar-se. Acho que tenho pouco poder de adaptação porque até nas coisas bobas eu demoro a me acostumar com algo novo.

Toda essa introdução nada a ver (kkkkkkkkkkk fazer o que né dia pouco criativo hoje) foi só pra falar de Misfits! Quem acompanha a série? Há muito tempo eu falei de Misfits aqui, já faz quase um ano. Agora mantenho a minha opinião sobre a série, continua legal, mas falta algo. Algo = Nathan. Era meu personagem favorito gente como assim?! Li em algum lugar que o próprio Robert quis sair. Eu não sou uma pessoa muito informada (ahn? Procurar no Google?? Como faz?) então se você sabe mais detalhes sobre a saída dele TELL ME. Colocaram um novo personagem talvez para substituir. Ele diz e faz coisas muito escrotas mas não chega a ser tão engraçado. Aparentemente Misfits não girava em torno de Nathan, então apesar de algumas pessoas (eu?) não terem gostado quando ele saiu e esperarem que ele volte, com certeza eles conseguem ajeitar tudo de novo.

 

SALVE-O, BARRY!


 

Não é a primeira vez que isso acontece, protagonistas deixando séries. Quem assiste One Tree Hill deve lembrar que precisou de um tempo pra acostumar com a ideia de não ver mais o tio Luke e aquela carinha fofa que só o Chad tem. Lucas e Peyton eram a essência de OTH e quando eles saíram, o seriado podia ter acabado. Mas aí você pensa "e a Haley? Ela também é legal!" sim, é. Mas pra mim perdeu a graça e eu parei de ver. Agora vou assistir quando Lucas voltar, dizem que ele vai voltar sem a Peyton quero só ver :b 

E quando não são só duas pessoas mas várias das que fazem a série acontecer? A próxima temporada de Glee vai perder os personagens mais legais. Tudo bem que quando o casal se acerta definitivamente ficar assistindo só a felicidade deles não é interessante, mas não tem uns casos em que seria melhor terminar logo a série? 

Lidamos com restrições e substituições o tempo todo, – e é um saco o que acontece na tv só imita a vida. Aquela sensação de alguma coisa faltando igual Supernatural sem Cass é a mesma coisa de um sábado sem pizza, aniversário sem bolo, guaraná sem gás, shampoo sem espuma e plástico bolha com as bolhas estouradas! 

 

 ;* xD (:

 



Por Kelly às 13h58











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